segunda-feira, 7 de maio de 2018

Câmara ignora ex-presidentes presidiários



Angela Boldrini

BRASÍLIA

No Salão Verde da Câmara dos Deputados, duas ausências chamam a atenção: na galeria dos ex-presidentes da Casa, faltam dois retratos.

O conjunto começa com pintura do deputado Pereira da Nóbrega (1760-1826), que exerceu o cargo em 1826, e termina em foto do petista Marco Maia (RS), que presidiu a Casa em 2011 e 2012.

À frente da Câmara entre 2013 e 2014 e entre 2015 e 2016, respectivamente, os ex-deputados Henrique Eduardo Alves (MDB-RN) e Eduardo Cunha (MDB-RJ) não estão na coleção de fotos.

Além de serem emedebistas, terem sido deputados e presidido a Câmara, Cunha e Alves acumulam outra semelhança: ambos foram presos.

Cunha foi detido em novembro de 2016 pela Operação Lava Jato. Hoje, está preso no Complexo Médico Penal de Pinhais, no Paraná.

Ele já havia sido afastado da presidência da Casa, renunciado ao posto e cassado no plenário. Meses antes, comandou a sessão de abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Henrique Alves foi alvo da Operação Manus em junho de 2017. O ex-ministro nos governos Dilma e Michel Temer (MDB), cumpriu prisão preventiva em Natal, mas decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) de quinta (3) transformou sua detenção em domiciliar.

Outros ex-presidentes da Casa também estão enrolados com a Justiça, mas são retratados no Salão Verde.

Marco Maia, antecessor dos dois no cargo, foi alvo de busca e apreensão na Lava Jato, em 2016. Ele teria recebido R$ 1,35 milhão em pagamentos indevidos da Odebrecht, segundo delatores.

O senador tucano Aécio Neves (MG) presidiu a Câmara entre 2001 e 2002. Hoje, é réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de corrupção e obstrução de Justiça.

Temer comandou a Casa três vezes: consecutivamente de 1997 a 2001 e depois entre 2009 e 2010. Em 2017, foi alvo de duas denúncias da Procuradoria-Geral da República, barradas em votação no plenário por deputados.

Procurada, a Câmara informou que os retratos não foram colocados por "problemas técnicos".

"A impressora especial que faz a reprodução das fotos está com defeito. Já há um processo de aquisição da peça necessária ao funcionamento da máquina para reposição, mas ainda não foi concluído."

A foto dos dois ex-presidentes consta da galeria online, no site da Câmara.

domingo, 6 de maio de 2018

Pagamento de RPA no dia 11 de maio



O prefeito Rafael Diniz irá pagar o mês de Fevereiro dos funcionários que trabalham sob o regime de RPA no dia 11 de maio.

Por conscidência, o anúncio ocorre nove dias após o vereador Cláudio Andrade cobrar pela terceira vez o pagamento dos RPAs.

A notícia chega em boa hora, pois a liberação desse pagamento vai oxigenar o mercado, afinal, além dos compromissos já existentes e em atraso que serão quitados pelos trabalhadores, o dia das mães será melhor em centenas de residências em nosso município.

sábado, 5 de maio de 2018

O fim dos feudos em Campos dos Goytacazes



Por Cláudio Andrade.

Aqui no Parque São Benedito só eu realizo trabalhos. No Alvorada, eu quem mando. Em Mata da Cruz eu sou rei. No Farol, tá tudo dominado.

Essas expressões, por décadas, foram ouvidas pelos moradores de nossa Campos dos Goytacazes. Como um mantra, os eleitores eram doutrinados a conceber que apenas um político fosse o ‘Messias’, aquele que tudo resolve e, se não resolvesse, dane-se, ficava tudo como está.

Nos dias atuais as coisas estão sendo modificadas de forma avassaladora. No município com mais de quinhentos mil habitantes, a população começou a entender que um político, quando de forma legítima, se torna um agente público, deve, dentro das possibilidades, atender a todos.

Independente de sua quantidade de votos, ele agora é detentor de um cargo tanto quando o outro. Quem teve dois mil votos ou seis mil está no mesmo patamar de igualdade e direitos e deve entrar em qualquer bairro ou distrito, tendo ele sido votado ali ou não.

Essa nova formação política não agrada a todos. Alguns homens públicos interpretam essa tendência com dificuldade, pois o sistema antigo permitia que eles só saíssem da zona de conforto nos últimos meses, antes do pleito eleitoral. Agora não, estão tendo que ir às ruas diariamente, seja para dar satisfações ou para produzir algo relevante, que justifique seus subsídios.

As eleições gerais deste ano ainda terão a figura do ‘Messias’, mas nas próximas será muito difícil alguém convencer um eleitor com promessas. Caso estiver concorrendo pela primeira vez terá que trazer uma esperança aliada a ideias palpáveis e possíveis de serem feitas.

Caso esteja disputando uma reeleição, o que irá contar é a pasta de serviços prestados e, nesse caso, vai valer o que será colocado na pedra, ‘olho no olho’ do eleitor.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Dificuldades à vista



A mudança nas regras do foro especial, tal como decidida nesta quinta (3) pela maioria do Supremo Tribunal Federal, sem dúvida guarda correspondência, em linhas gerais, com as expectativas gerais da sociedade —que, notoriamente, perdeu a tolerância com a impunidade de seus representantes.

Não poderia ser mais eloquente o caso que motivou as alterações agora aprovadas. Tratava-se de um candidato à prefeitura de uma cidade fluminense, acusado de compra de votos. Conforme se desenvolvia sua carreira política, o processo mudava de mãos, seguindo as prerrogativas de cada cargo que ocupava ou deixava de ocupar.

Tantos vaivéns jurídicos, como se observa, acarretam o risco de que expire o prazo legal para que um réu seja condenado.

Relator do processo, o ministro Luís Roberto Barroso apresentou uma questão de ordem, propondo novo entendimento para as regras da prerrogativa de foro estabelecidas na Constituição de 1988.

Passariam a ser julgados pelo Supremo apenas os crimes que um parlamentar tenha cometido no cargo e em razão de seu cargo. Crimes de outra natureza teriam o destino da primeira instância.

Ademais, uma vez encerradas as investigações, o processo não mais poderia reencaminhar-se a outros foros de julgamento, mesmo na hipótese de o réu deixar seu cargo.

Embora louvável no seu espírito, a proposta de Barroso suscitou críticas de ordem técnica e política por parte de outros ministros, como Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Mereceriam ser levadas em conta, o que terminou não sendo feito pela maioria.

Há que observar, em primeiro lugar, a tendência —que mais uma vez predomina no STF— de substituir por interpretações engenhosas o método adequado de modificação das normas constitucionais: o das emendas debatidas e votadas no Congresso Nacional.

Além disso, há uma questão de fundo. Em tese, um dos objetivos do foro especial é proteger o eleito de ameaças que possam atingi-lo a partir das oligarquias regionais.

Com a interpretação agora aprovada, acusações sem relação com o mandato correrão na primeira instância. Parece tarefa complexa, entretanto, definir com precisão que tipo de ato tem ou não ligação com a atividade parlamentar.

Mais simples seria limitar a prerrogativa segundo o critério do momento em que o crime foi cometido, passando ao STF os casos em que o suposto autor cumpria mandato de deputado ou senador.

Restam dúvidas quanto ao impacto da nova deliberação, sobre a Operação Lava Jato ou o tratamento futuro de outros cargos, por exemplo. O teste prático da inovação não deixa de pressagiar dificuldades —e, talvez, novos esforços de reinterpretação constitucional.

Folha de São Paulo.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Gabinete de Cláudio Andrade dá show no Parque Alvorada e Penha.



A 4ª edição do "Gabinete em Ação" aconteceu no Parque Alvorada

A praça do Parque Alvorada, em Guarus, localizada na Rua Roberto Silveira, em Campos, recebeu neste sábado, 28, a equipe de assessores e colaboradores do vereador Cláudio Andrade, para mais uma edição do "Gabinete em Ação".

O local que estava completamente sujo e tomado pelo mato alto, recebeu capina, varrição e pintura da quadra de esportes, paralelepípedos e bancos.

Alguns moradores acompanharam o trabalho e agradeceram ao vereador pela iniciativa. Jocenilce Manhães, moradora do bairro há mais de vinte anos, fez questão de ir pessoalmente parabenizar o vereador e agradecer.

"A praça estava muito perigosa com tanto mato alto. Ficou linda e nós só temos que agradecer", disse Jocenilce.

Para o vereador Cláudio Andrade, a melhor parte do trabalho é quando os moradores ficam satisfeitos.

"A alegria da Jocenilce e a vinda dos jovens para a quadra limpa, é que nos deixa felizes e incentivados a dar continuidade ao projeto", afirmou Andrade.

*Foto: Carlos Grevi
*Postado pela assessoria



Gabinete em Ação na Penha

A Praça do BNH, no bairro da Penha, próxima a Escola José do Patrocínio, recebeu nesse domingo, 29, a equipe do "Gabinete em Ação". O amigo Júlio Marques, comandou toda a ação no local que estava precisando e recebeu capina, varrição e pintura. Durante a ação, uma cobra foi encontrada na Praça, em meio aos matos.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Alta popularidade de Cláudio Andrade trará novos projetos para Campos.



O vereador Cláudio Andrade continua mantendo a sua popularidade em alta e isso já fez o edil se reunir com a sua equipe e programar novas surpresas para os munícipes de Campos dos Goytacazes.

Na tarde da última quinta o instituto Pappel divulgou nova rodada de pesquisas onde o presidente da CCJ aparece com popularidade alta em todas as zonas eleitorais.

Na zona 75\249 Cláudio aparece com 65.77% de popularidade, na 76\100 o líder do PSDC na Câmara surge com 72.34%, na 98\99, Andrade chega a 69.97% e na 129, o advogado e parlamentar bate 64.54% de aceitação popular.

Andrade disse que a sua estabilidade política perante a população de Campos é fruto de um trabalho contínuo, ético, probo, ininterrupto e sempre recheado de novidades.

Segundo Andrade, a ida, uma vez por mês, a Praça São Salvador fez sua popularidade avançar, pois de forma inédita, a população, independente de classe social, nunca recebeu um serviço parlamentar na praça, onde, ‘olho no olho’ ele pode conversar, ser elogiado e também criticado pelas suas ações.

Cláudio noticiou que em breve mais duas grandes ações novas serão anunciadas pela sua equipe e todas elas terão uma ampla divulgação para que a população possa usufruir ao máximo das ações de gabinete ofertadas pelo parlamentar.

Andrade finalizou que Campos continuará se orgulhando de seu trabalho parlamentar que mescla os serviços de gabinete como a luta pelos anseios da população.

Cláudio Andrade cobra pela 3ª vez o pagamento dos RPAs



O vereador Cláudio Andrade, protocolou nesta sexta-feira, 27, mais um ofício cobrando do executivo uma resposta a cerca do pagamento dos RPAs do município, inclusive aqueles que não trabalharam no mês de Janeiro e não foram contemplados com o último pagamento efetuado pela prefeitura. O ofício foi entregue a Secretaria de Fazenda.

Postado pela assessoria!

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Agradecimentos à Folha da Manhã


Hoje acordei surpreso com a bela e bem feita matéria da Folha da Manhã sobre a minha pessoa. Um texto escrito com leveza, carinho, respeito e com um contraditório a mim ofertado, digno dos grandes jornais nacionais e até mundiais.

No texto, o jornalista tece comentários lindos a minha pessoa o que me deixa muito feliz, afinal a Folha, depois do ‘Terceira Via’, é um dos periódicos mais lidos da cidade e estar nele, citado por um jornalista, seja ele qual for, pois lá todos são iguais em capacidade e grandeza, é sempre bom.

O único erro na matéria da Folha foi à pressa, talvez devido ao corre típico das redações, do jornalista em me lançar pré-candidato a deputado estadual.

Talvez diante dos quadros atuais, a ‘Folha’ gostaria de me ver no pleito eleitoral de 2018. 
Quem sabe, eu ali, me virando nos '30'?

Vamos que vamos.....

terça-feira, 24 de abril de 2018

Grupo IMNE completa 43 anos



Jornal Terceira Via.

Mais do que contar anos, o Instituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia, também conhecido como Grupo IMNE, fundado em 1975, vem contabilizando vidas. Isso, graças aos constantes investimentos em medicina e tecnologia que, até então, não existiam na cidade, e que passaram a proporcionar diagnósticos precisos e tratamentos mais eficazes. No último dia 19, aquele que se tornou um dos maiores complexos de medicina instalados no interior do país, completou 43 anos. E tudo começou com a ideia do médico endocrinologista Herbert Sidney Neves de tornar Campos referência regional no tratamento e diagnóstico de inúmeras doenças.

A diretora administrativa do Grupo IMNE, Martha Henriques, lembra que Dr. Herbert Sidney Neves, que se formou na primeira turma da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), na década de 70, voltou para Campos após período de especialização nos Estados Unidos. Nesta época, o Grupo foi fundado e não parou de crescer: o Hospital Geral Dr. Beda, unidades I e II, o Plano de Saúde Ases, a Maternidade Lilia Neves, a UTI Neonatal Nicola Albano (Campos e Macaé), o Oncobeda (Centro Integrado de Oncologia), o Ceplin (Centro de Pediatria Lilia Neves), o BedaLab (Laboratório de Aná- lises Clínicas), o Beda Imagem (Centro de Diagnósticos por Imagem), o CardioBeda, a Excelência Diagnóstico por Imagem, o Fisiocentro, o Imnec (Instituto de Medicina Nuclear de Campos) e o XY Laboratório de Genética, cada qual ao seu tempo, ajudaram a mudar o cenário da saúde em Campos.

O médico visionário também ousou no ramo da Comunicação, outro sonho antigo que virou realidade em junho de 2012, com a criação do Jornal Online Terceira Via. Mais tarde, virou Sistema de Comunicação Terceira Via, englobando, ainda, TV, rádio e jornal impresso.

Avanço

No período que antecedeu a fundação do Grupo IMNE, Campos só oferecia exames de análises clínicas e qualquer outro procedimento mais sofisticado era realizado nos grandes centros. Neste contexto, surgiu o Grupo IMNE com o primeiro serviço de Medicina Nuclear para Campos. Atualmente é possível realizar tratamento médico para quase todo tipo de doença, inclusive, aqueles de alta complexidade e também atendendo pelo SUS (Sistema Único de Saúde), sem sair da cidade.

Grande

O Grupo não é expressivo apenas pelo número de empresas que congrega, mas pela quantidade de oportunidades que oferece: são mais de 2.000 pessoas das diversas áreas de atuação. “Não temos funcionários. Nós temos colaboradores. É desta forma que são tratados todos aqueles que trabalham no IMNE, pois o Grupo reconhece a importância de cada um”, ressaltou a gerente de Recursos Humanos, Idinéia Barreto Rosa.

Atendimento Humanizado

Prestes a dar à luz o segundo filho, com cesariana marcada para o dia 24 de abril, Roberta Vicente, de 37 anos, teve suporte e acompanhamento da equipe da Maternidade Lilia Neves, onde finalizou o pré-natal semana passada. A mãe da Hayana e do caçuça Bento conta que ela e o filho encontraram atendimento humanizado na unidade, com atenção especial de sua médica e demais profissionais. “A estrutura humana e física me deixaram segura para passar por este momento tão importante na minha vida”, disse a gestante.

sábado, 21 de abril de 2018

História de Campos em risco e Palácio da Cultura agoniza




O Palácio da Cultura sempre foi um local de fonte de pesquisa para estudantes, profissionais liberais e pela sociedade em geral. Porém nos últimos quatro anos o que se vê é o retrato do abandono.


Desde o governo Rosinha Garotinho a sociedade e os aparelhos culturais de nossa cidade amargam a ausência de um setor de conhecimento para consulta e aprendizado, mesmo tendo a nossa cidade, mais de quinhentos mil habitantes.

Na época a empresa contratada para a obra no palácio foi a ECON CAMPOS CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA, CNPJ: 14.475.215/0001-73.
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Na atual gestão o Palácio da Cultura continua na mesma situação, ou seja, uma obra abandonada. Vale dizer, que dependendo da parte do serviço já realizado, pode estar havendo desgaste estrutural. Caso a obra seja retomada, muita coisa deverá ser refeita, causando mais prejuízo ao erário.

O governo Rosinha Garotinho pagou R$ 2.799.898,14 (dois milhões, setecentos e noventa e nove mil, oitocentos e noventa e oito reais e quatorze centavos. Dinheiro público, pelo visto desperdiçado.

Em que pese a dificuldade financeira alardeada, o patrimônio público precisa ser preservado, custe o que custar.

Contudo, o tema principal desse artigo é a situação das obras literárias que estavam guarnecidas no Palácio da Cultura e que mantém viva a nossa história.

O problema é grave e precisa ser resolvido o quanto antes, pois há materiais antigos que precisam de tratamento especializado para que não se percam com a ação do tempo o que infelizmente, deve estar acontecendo.

Não podemos esquecer que os livros são feitos de material orgânico e isso faz com que nossa preocupação com a prevenção aumente e uma posição da atual gestão, se torne imediata.

Até o presente momento não li, ouvi ou assisti nenhuma nota da Fundação Cultural ou do Conselho de Cultura acerca desse patrimônio valioso que não pode ser perdido, sob pena de estarmos sendo coniventes com o desmanche de robusto histórico da terra de Benta Pereira.

Segundo o secretário de obras (estranho responder por tema cultural) os materiais estão sendo preservados, só não disse onde.

No início dessa semana irei oficiar aos órgãos municipais competentes para que possamos obter informações acerca do paradeiro dos livros, jornais e revistas que ali se encontravam.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Cláudio Andrade cobra resposta sobre falta de médicos no Samdu de Guarus



Diante das denúncias recebidas pelo vereador, no último domingo, acerca da falta de médicos no Samdu de Guarus, um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira16, à Secretaria de Saúde, para que a secretária, Fabiana Catalani, informe a veracidade dos fatos ocorridos na unidade de saúde nesse fim de semana.

*Postado pela assessoria
#vereadordetodos #vereadordeverdade #lupanacoisapublica #claudioandradenacamara #mandatodopovo #mandatoquevocepaga

domingo, 15 de abril de 2018

Ir à Praça São Salvador é para poucos políticos



Por Cláudio Andrade.

As minhas ações por todo o município estão gerando um verdadeiro rebuliço naqueles que nada fazem estando ou não com mandato.

Desde que iniciamos o nosso trabalho legislativo, em janeiro de 2017, colocamos como meta a variação entre ações parlamentares de gabinete e o contato constante com o povo, nas ruas, praças e residências de nosso município, tendo sempre em mente que em Campos não há redutos.

Para aqueles que não sabem ou fingem desconhecer, a praça é o espaço público urbano livre e que propicia a convivência e/ou recreação para seus usuários e foi lá que escolhemos estar, pelo menos uma vez por mês, de forma inédita, ‘olho no olho’ do eleitor, como o nosso amado, mas também invejado, Gabinete Itinerante.

Contudo, a praça é de todos, mas a coragem de estar nela, em pé, por oito horas seguidas, recebendo elogios, críticas e ideias, como eu faço, não é para qualquer um.

Para fazer isso é necessário ter coragem, disposição, moral, lisura, ficha limpa e ser um político honesto da cabeça aos pés. Por isso, com apenas um ano e quatro meses de mandato, posso estar ali, no coração da cidade, de pé, com a cabeça erguida.

Nosso trabalho cresce a cada dia, pois deixamos de lado o confronto sem propósito para aprofundarmos nas ações respeitáveis que nos enobrece enquanto político e enche de orgulho aqueles que nos escolheram como representante.

As criticas duras que estamos recebendo causa um pouco de indignação, mas também uma alegria que ‘salta ao coração’, pois é sinal claro que estamos tirando do comodismo aqueles que sempre acharam que eleição para vereador é de quatro em quatro anos e por isso, o eleitor só deve ser procurado na hora H, quando o voto é necessário.

Nós estamos fazendo diferente, ‘doa a quem doer’. Pintamos praças, limpamos ruas, atendemos ao povo, batemos recordes de leis publicadas, crescemos em popularidade, vamos à praça, visitamos residências e isso faz a inveja, sentimento ‘pobre’, crescer no coração dos mortos-vivos da política campista.

Não tenho medo de avançar, pois a minha missão é ser um dos melhores vereadores que o município de Campos dos Goytacazes já teve desde a sua elevação à categoria de cidade.
Finalizo com um trecho do poema ‘O velho banquinho da Praça’ do poeta Edson Amorim:

“O velho banquinho da praça;
Sempre no mesmo lugar;
Que a centenas de anos;
Ali se instalou pra morar;
É testemunha da vida;
De quem ali passou ou vai passar!

sábado, 14 de abril de 2018

Inveja faz ex-presidiário e jornalista falido atacarem Cláudio Andrade



Por Cláudio Andrade.

Estou recebendo inúmeras ligações e mensagens por watszapp acerca de um ex-jornalista, também conhecido como ‘Machão’, que infelizmente, a mando de políticos ex-presidiários, (um deles esteve falando no ar), está manhã, em uma rádio sem qualquer credibilidade, estão desesperados pelo sucesso retumbante das ações realizadas pelo vereador e presidente da CCJ.

Para os que ainda não sabem, Andrade é um dos poucos políticos com mandato que possui mais de setenta por cento de aprovação popular, ficha limpa, sete leis publicadas em um ano de mandato, mais de mil atendimentos pessoais ao público, centenas de visitas às residências, todas as semanas, dentre vários posicionamentos em favor do povo, junto à Prefeitura de Campos, como no caso do pagamento dos RPAs, tapa buracos, indicações legislativas e limpeza pública.

O show de mentiras ditas na referida rádio são dignas de repúdio e reforça a tese de que o grupo que usou o erário como projeto político partidário não pode mais voltar ao comando de nossa cidade.

O vereador Cláudio Andrade noticiou que irá entrar com as ações judiciais cabíveis contra todos que praticaram crimes penais nessa manhã, para que a população de nosso município não seja ludibriada por um pequeno grupo de ex-presidiários e pseudo-jornalistas que quando estão fora da ‘cadeia’ ou sem mandato ficam vagando nas ruas, propagando o escravagismo político que está sendo exterminado em nosso município.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A inveja de Barbosa Lemos por Cláudio Andrade




Hoje, recebi dois áudios de um programa de rádio, desconhecido, apresentado pelo senhor Barbosa Lemos na rádio, hoje sem audiência, que ele é dono, onde o meu "Gabinete Itinerante" o fez destilar toda a sua inveja.

No áudio, sem ter a coragem necessária que os homens devem ter, Barbosa, cheio de medo, típico daqueles que só crescem atrás do microfone, ‘amarelou’ e resolveu não dizer que o Cláudio Andrade atendeu mais de 200 pessoas na praça e isso sim, motivo verdadeiro que o levou ao desespero.

Ontem eu vi Barbosa, todo "amuadinho", escondido pelos cantos da praça, de óculos escuros, olhando tudo e pensando: "meu Deus porque eu nunca pensei em fazer o que Cláudio Andrade está fazendo"?

Continuou a pensar Barbosa: "Ficar na rádio ‘batendo nos outros’ não me deu retorno algum até hoje, mas também, acompanhar o Cláudio Andrade pelas ruas seria tarefa árdua. Afinal, o homem tem mais de 70% de popularidade".

Barbosa, em seu programa, diz até que teme uma candidatura minha e que o Ministério Público deveria investigar a Prefeitura de Campos. Como se obter um serviço público de imunização de pessoas, realizada pela Secretaria de Saúde e não pelo vereador, diminuindo assim o fluxo de atendimento dentro dos postos, UBSs e da própria Secretaria de Saúde, fosse crime.

Continuaremos trabalhando, indo ao encontro do povo e incutindo na memória da população que existe sim, uma forma bonita, ética e proba de se fazer política.

Para Barbosa Lemos deixo o meu abraço e sugiro que se esforce mais, pois a decadência em audiência da sua rádio pode estar ligada a sua postura. Porém, nunca é tarde para uma reconstrução e o senhor precisa acelerar a sua para que o ostracismo não o pegue de vez.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Cláudio Andrade pede informações sobre pagamento de RPAs

O vereador Cláudio Andrade enviou ofício à Controladoria solicitando informações sobre o próximo pagamento dos RPAs





terça-feira, 3 de abril de 2018

Cláudio Andrade busca ampliar seus feitos legislativos.


Por Cláudio Andrade

Desde quando assumi o cargo de vereador na cidade de Campos dos Goytacazes percebi que teria que implantar algo novo e isso passava pela nova concepção política que é a de mesclar os trabalhos legislativos e aqueles de rua, junto ao povo.

O artigo que ora escrevo tem a finalidade de abordar a nossa evolução no âmbito legislativo. Encerramos o ano de 2017 com sete leis aprovadas e já entramos no ano de 2018 com quatro novas proposituras, sendo dois projetos de lei e duas indicações legislativas.

Mesmo sendo advogado formado e militante, há dezesseis anos, na área de família, inclusive sendo responsável pelo setor de Família do Núcleo da Candido Mendes, a área de saúde tem sido trabalhada por mim, com muito afinco, enquanto vereador.

Já possuo lei em vigor que protege diabéticos, alérgicos, celíacos. Fiz norma proibindo o uso do amianto, dei o direito ao cidadão de visitar as cozinhas dos restaurantes e bares de Campos e ainda criei lei que visa combater o alto índice de suicídios no município.

Neste ano, dentro do meu projeto de crescimento legislativo, estamos com mais quatro trabalhos tramitando na Casa de Leis.

Os dois projetos de lei reputo de grande relevância: o primeiro dispõe sobre a utilização de mensagens educativas informando o uso indevido de álcool, entorpecentes, e de cigarros em shows, eventos culturais, esportivos e similares voltados ao público infanto-juvenil.

O segundo projeto visa conceder atendimento prioritário para pessoas que realizam tratamento de quimioterapia, radioterapia, hemodiálise ou utilizem bolsa de colostomia. Esse projeto vem corroborar com a lei Federal número 10.048\2000.

No que diz respeito às Indicações Legislativas já demos entrada com uma solicitando que um percentual 05% da receita do IPTU seja direcionado para instituições de acolhimento institucional de crianças e adolescentes, dentro da circunscrição de nosso território.

A última Indicação legislativa, já em trâmite pela Casa, institui a realização do teste de Acuidade Visual nas escolas e creches do município. Os motivos já foram expressos na justificativa da Indicação que, em breve, estará sendo disponibilizada para a sociedade.

Nosso mandato é participativo e feito para dar à sociedade campista uma proteção legal que lhes conceda mais bem estar.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Instituto Pappel aponta Cláudio Andrade com 70.01% de aprovação popular



O instituto Pappel divulgou agora, pela manhã, mais uma rodada de aferição dentro do programa “Radiografia Política de Campos dos Goytacazes”, uma pesquisa feita com 2.450 pessoas distribuídas pelas quatro zonas eleitorais de Campos dos Goytacazes.

Segundo o instituto o vereador Cláudio Andrade (PSDC), líder do partido na Câmara, Presidente da CCJ e com sete leis sancionadas pelo prefeito em apenas um ano de mandato aparece com 70,01% de aprovação popular.

Na Zona 75/249 ele aparece com 68.28%, Zona 76/100 com 71.21%, Zona 98/99 com 71.35%, e na 129 com 69.19%.

Para Cláudio Andrade a manutenção do alto índice de popularidade, mesmo diante da série de denuncias e condenações contra políticos se deve ao fato da continuidade do seu trabalho junto à população, mesmo após ter sido eleito com 2.217 votos em sua primeira tentativa em pleito eleitoral.

Ele cita as visitas semanais, os 'gabinetes itinerantes' e os de 'ação', o ‘Gabinete na Praça São Salvador’ que será mensal, durante todo o mandato, o Programa 'Cláudio Andrade' na Terceira Via TV, as pinturas e limpezas de ruas e praças, como exemplos de reconhecimento popular.

Além disso, Andrade destaca que em apenas um ano e três meses de legislatura, foram encaminhados mais de mil ofícios de requerimento e pedidos de informação aos setores públicos e 1.300 atendimentos feitos à população, pessoalmente, no gabinete.

Cláudio Andrade destaca ainda a entrada em vigor de sete leis de sua autoria, dando destaque a de combate à corrupção e também a criação do Conselho de Combate à Corrupção deram muita visibilidade ao seu mandato.

Vale destacar que de desde Janeiro de 2017 Cláudio mantém a média de aprovação popular acima de setenta por cento, algo raro nesse delicado momento político que o país atravessa.

Por fim, Cláudio disse que continuará trabalhando firme tentando implantar uma nova visão de se fazer política. Nela, o mandato é participativo e as pessoas aprendem a ser independentes, qualificando assim o seu voto através do conhecimento que liberta e faz o cidadão crescer.


terça-feira, 20 de março de 2018

CPI das Rosas sugere indiciamento de Rosinha por formação de quadrilha e improbidade administrativa



O trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Rosas, chegou ao fim e o relatório final foi lido na sessão desta terça-feira, 20, pelo relator da CPI, o vereador Cláudio Andrade. Composta pelos vereadores Fred Machado (PPS), Cláudio Andrade (PSDC), Neném (PTB), Marcelo Perfil (PHS) e Silvinho (PRP), a CPI investigou o contrato da Prefeitura de Campos durante a gestão da prefeita Rosinha, entre 2011 e 2016, com a Emec Obras e Serviços Ltda, no valor total de R$ 76.150.706,73, para manutenção civil e paisagística de canteiros, parques, praças, jardins e afins.

A primeira fase da CPI, contou com a análise de mais de 7 mil páginas, além das diligências e as oitivas de testemunhas. Dez pessoas foram ouvidas presencialmente e três não compareceram, entre elas, a ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho.

O vereador Cláudio Andrade lembra que a CPI, ao contrário do que muitos pensam não condena.

“A CPI colhe informações sobre seu objeto para, no final, encaminhar ao MP ou aos órgãos judiciais para que esses tenham dados concretos para oferecer denúncia ou instaurar processo de responsabilidade civil”, diz Andrade.

Os investigados poderão responder pelos seguintes crimes:

ROSINHA:

• Concurso de Pessoas

• Crime contra o procedimento licitatório

• Formação de quadrilha

• Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei

• Fraudar, mediante ajuste, ao caráter competitivo do procedimento licitatório

• Dar causa à prorrogação contratual, durante execução dos contratos, celebrados com o Poder Públicosem autorização em lei

• Improbidade administrativa

SULEDIL BERNARDINO

• Improbidade administrativa, sem prejuízo das demais sanções por ter exercido a função de Secretário de Controle e Transparência. Tinha o dever de evitar que as irregularidades acontecessem

ZACARIAS ALBUQUERQUE OLIVEIRA

• Concurso de Pessoas

• Crime contra o procedimento licitatório

• Formação de quadrilha

• Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei

• Fraudar, mediante ajuste, ao caráter competitivo do procedimento licitatório

• Dar causa à prorrogação contratual, durante execução dos contratos, celebrados com o Poder Públicosem autorização em lei

• Improbidade administrativa

EDILSON PEIXOTO

• Concurso de Pessoas

• Crime contra o procedimento licitatório

• Formação de quadrilha

• Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei

• Fraudar, mediante ajuste, ao caráter competitivo do procedimento licitatório

• Dar causa à prorrogação contratual, durante execução dos contratos, celebrados com o Poder Públicosem autorização em lei

• Improbidade administrativa

CÉSAR ROMERO

• Concurso de Pessoas

• Crime contra o procedimento licitatório

• Formação de quadrilha

• Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei

• Fraudar, mediante ajuste, ao caráter competitivo do procedimento licitatório

• Dar causa à prorrogação contratual, durante execução dos contratos, celebrados com o Poder Públicosem autorização em lei

• Improbidade administrativa

JORGE WILLIAN PEREIRA CABRAL

• Concurso de Pessoas

• Crime contra o procedimento licitatório

• Formação de quadrilha

• Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei

• Fraudar, mediante ajuste, ao caráter competitivo do procedimento licitatório

• Dar causa à prorrogação contratual, durante execução dos contratos, celebrados com o Poder Públicosem autorização em lei

• Improbidade administrativa

FÁBIO SAAD JUNGEN

• Crime contra o procedimento licitatório

• Improbidade Administrativa


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- Roberta Barcelos
Chefe de Gabinete
Assessora de Imprensa
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domingo, 18 de março de 2018

A salvação de Anderson Pedro


Por Cláudio Andrade.

O motorista Anderson Pedro foi assassinado na última semana junto com a vereadora do PSOL Mariele Franco. Ele, baleado nas costas e ela na cabeça, em um crime que caminha para uma conclusão estarrecedora: execução.
Após a confirmação da morte dos dois iniciou-se nas redes sociais a construção de um muro: de um lado aqueles que dizem que a morte da vereadora é apenas mais uma estatística e que o ato não merece muita repercussão por ser ela da ‘favela’ e ‘apoiadora da bandidagem’.
Do outro lado do muro estão os militantes dela, do PSOL e de todos que acreditam que a morte dela, por execução, juntamente com o seu motorista, foi fruto de sua atuação como vereadora e das suas ações de enfrentamento contra PMs que, segundo a própria legisladora, cometiam atos de truculência contra inocentes na Maré, dentre outras arbitrariedades.
Deixando de lado os gladiadores do muro fictício, que acima descrevemos, tratar a morte de Mariele como um crime comum é desejar que ninguém descubra quem matou Anderson Pedro.
Anderson morreu, pois, estava no lugar errado e na hora errada, certo? Claro, contudo, sem a morte da vereadora o crime contra Anderson não teria a investigação que está tendo e as chances da autoria ser descoberta seria quase zero.
Anderson, alvejado e morto enquanto dirigia nas proximidades do Estácio. Status do caso: elucidação quase impossível.
A morte da vereadora, que poderá desvendar a morte de Anderson, também descortinou o abismo que existe entre o que se fala e o que se pratica.
A desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, ex-procuradora do Estado, que entrou no TJ pelo quinto constitucional, em postagem no Facebook, Marília Castro Neves, acusou Marielle Franco de ter pertencido ao Comando Vermelho.
Segundo a desembargadora, ela teria sido executada por ter descumprido compromissos com o CV. “Qualquer outra coisa diversa é ‘mimimi’ da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.
Depois da repercussão negativa da postagem, Marilia fechou o conteúdo do seu perfil, mas não a tempo de sua manifestação ser copiada.
A opinião dela é livre, mas será que, enquanto servidora, e diante de um processo que precisa sentenciar, qual a desembargadora que devemos aguardar? Essa, com ‘sangue nos olhos’ e que odeia pessoas como Mariele, ou uma julgadora  serena e imparcial, que deve condenar segundo as provas dos autos?
Pois é, nobre leitor, que morte danada. Ao mesmo tempo trouxe para o debate os ativistas, o Judiciário, a Polícia Federal, o MP, as Forças Armadas e um punhado de gente perigosa que não se emociona muito quando alguém, que não é comum, leva tiros na cabeça por estar incomodando algum ‘sistema’, dentre os milhares que existem nessa nossa sociedade maquiavélica.
No entanto, nem toda terra é tão desértica que não possa brotar uma flor. Graças à morte da vereadora - pessoa pública, eleita com mais de quarenta e cinco mil votos e relatora da comissão da Câmara Municipal, para fiscalizar a intervenção militar no estado - Anderson Pedro poderá ter, ao contrário de milhares de outros cadáveres, a chance da sua morte  ser desvendada, afinal, era um cidadão comum no carro de uma pessoa pública.


domingo, 11 de março de 2018

O vereador e a tempestade administrativa



Por Cláudio Andrade.

Nunca foi tão difícil exercer o cargo de vereador em Campos dos Goytacazes.

Para os que ainda não sabem e acham que o edil em nosso município recebe vultosa verba mensal vai uma lembrança: vereador na terra de Benta Pereira não recebe décimo terceiro salário, verba de gabinete e nem mesmo um terço de férias.

Além disso, dos dez mil líquidos há os descontos de imposto de renda e INSS que, somados a possíveis empréstimos legais, podem fazer o subsídio decair a patamares bem pequenos.

Após essa apresentação é bom deixar claro que a relação empregatícia junto ao Poder Executivo também não é mais um oásis que em gestões passadas chegou a ter edil com mais de duzentas pessoas 'trabalhando' dentro da prefeitura, entre RPAs e DASs.

Outro ponto é a crise financeira que após pegar o Governo Federal, atingiu os estados e vem destruindo municípios por todo o território nacional. Nesse caso específico entendo que a criação desenfreada de municípios como barganha eleitoral fez muito mal ao país.

A cidade de Campos dos Goytacazes passa por um momento histórico e conturbado. Histórico pois houve o fim do garotismo e o inicio de uma nova gestão que pegou um “Haiti após terremoto” e tenta levantá-lo.

Lógico que não há como ficarmos apenas no lamento. Tanto os vereadores da base quanto o prefeito tiveram desgaste e isso se deve ao fato da esperança, que levou um novo grupo ao poder, alicerçada na “esperança sem pé”, aquela em que há torcida, muita torcida, mas pouco entendimento do que existe após a arrebentação.

Na Câmara, sinto que um dos maiores desafios é fazer a população entender que as funções de vereador não podem ser confundidas com as do prefeito, mesmo que em certos momentos e diante do cenário atual, tenhamos, como vereadores, que agirmos como se membros do executivo fôssemos.

A Oposição de hoje é ruim pois não é formada por pessoas que estão preocupadas com o município e sim, lutando para que o seu líder não seja enterrado vivo.

Para isso, vestem suas armaduras e vendem a imagem de preocupados com a cidade, quando na verdade são “viúvas das vacas gordas” que desapareceram da cidade.

A nova concepção política, em que pese às dificuldades, é de trabalho e de pouca gente encostada. A figura do “nada faz e só recebe”, adotada por anos pela gestão de Rosinha, vem desaparecendo, pouco a pouco.

A forma de se fazer política também vai fazendo a curva e as redes sociais passaram a ser a grande bússola, mesmo existindo nelas, pessoas completamente a serviço do caos, unicamente do caos.

Ser vereador hoje é algo novo. É fazer parte de uma nova forma de trabalhar pelo povo e para o povo. Um povo, diga-se de passagem, que não quer mais ser chamado de pobre e que não acredita mais no político que se finge de miserável para se parecer um ser mais “pé no chão” na hora da foto.

No primeiro ano de mandato aprendi muito e entendi que vale a pena tentar mudar o sistema. Aqueles que lutam contra mandatos propositivos, o fazem, pois não querem avanços. Receiam que um sistema novo extermine grupos que mantinham células eleitorais através de “migalhas” governamentais.

Por que migalhas governamentais? Durante anos não conseguiram tirar ninguém da linha de pobreza e sim, com maestria, os mantiveram ali, no alcance do cabresto. Essa sempre foi a prática garotista de governar.

O município de Campos dos Goytacazes precisa ser presenteado com um novo “sol”. Para isso, as noites de tormentas precisam cessar ou pelo menos, serem mais escassas. Rosinha lançou ao mar vários navios sem comandante e com os cascos rachados.

A água que entra neles hoje nos faz perder tempo, pois há pessoas dentro das embarcações que são prioridades e foram deixadas ali, em muitos casos, por pura vingança. Tipo: perdemos, mas vocês vão sofrer.

Como vereador sinto na pele o desespero de centenas de pessoas que me procuram precisando de um emprego. São dentistas, advogados, engenheiros, trabalhadores de empresas ligadas à Petrobras, pedreiros, serventes, dentre outros.

Negar a eles a oportunidade de trabalhar não é tarefa fácil, pois a cada não, há chance de um voto a menos. Porém, melhor um voto a menos na urna do que alimentar uma esperança que pode não se consolidar no futuro.

Tenho sete leis sancionadas em 2017 e entro 2018 com muitos projetos para serem postos em prática e sei bem, que mesmo lutando para que a população tenha conhecimento de como funciona o tabuleiro, é a concretização das políticas públicas que faz com que o cidadão necessitado da outra ponta reconheça seu trabalho.

O momento é duro para os vereadores da base e para o prefeito. Temos, todos os dias, que dizer “não”, convencer que o “não” é a melhor resposta e provar que esse mesmo “não” é verdadeiro e “não” mentiroso ou protelatório.

A oposição se encontra no córner e insistindo no discurso do caos que aos poucos vai perdendo força como foi constatado no fiasco tentado pelos ex-governadores na Praça São Salvador, na última semana.

Volto a dizer: ser vereador nesse momento político histórico é algo pesado, contudo, também é uma missão e atravessarei essa tempestade com muito vigor, mesmo que o sol demore ainda a chegar para todos que amam Campos dos Goytacazes.