O corpo se encontra no Prontocárdio e não foi divulgado ainda o local do velório.
Desejamos toda a força para a família de Dr. Analdo.

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Deu-se num endereço chique de Brasília, o Marina Hall, casa de eventos assentada às margens do Lago Paranoá.
A comida foi preparada pelo Sweet Cake, um buffet de boa fama na Capital.
Coube à Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), em parceria com outras entidades da magistratura, organizar os festejos em torno de Toffoli.
Pois bem. Descobre-se agora que um naco da conta foi espetado nas arcas de um banco público, a Caixa Econômica Federal.
Deve-se a revelação ao repórter Frederico Vasconcelos. Em notícia veiculada na Folha, ele conta que a Ajude pediu R$ 50 mil à CEF.
Não levou tudo. Mas a casa bancária do governo federal admitiu ter feito uma contribuição de R$ 40 mil.
Pelo menos um magistrado, o juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio, abespinhou-se com o episódio.
Informa que vai levar o caso ao TCU e no Ministério Público. Acha que a Ajufe serviu de escudo para que a Caixa pingasse verbas públicas em festa privada.
"Não posso concordar com a Ajufe transformada em laranja”, disse o juiz Flores da Cunha ao repórter Frederico.
“Não veria problema se a CEF desse dinheiro para um evento cultural da Ajufe. Não poderia haver patrocínio para esse tipo de encontro".
Instado a se manifestar, o presidente da Ajufe, Fernando Mattos, disse o seguinte sobre os caraminguás da Caixa Econômica:
"Qualquer informação sobre a participação da CEF deve ser endereçada à própria instituição financeira".
Toffoli vestiu a toga do Supremo depois de ter exercido o cargo de Advogado-Geral da União.
Terá de declarar-se impedido de julgar os casos nos quais tenha advogado em favor do governo.
Agora, talvez tenha de se abster também de julgar no STF as causas que, eventualmente, envolvam a Caixa Econômica Federal.

Segundo a assessoria de imprensa do Capital Inicial, Dinho sofreu um leve traumatismo craniano, mas passa bem. Ele está lúcido, conversando normalmente com médicos, amigos e parentes. De acordo com o Hospital Sírio Libanês, ele está em um quarto e, durante a tarde, passaria por exames.
O centro médico informou, ainda, que a família do cantor quer privacidade e que proibiu a liberação de boletins sobre seu estado de saúde para a imprensa.




O site da FIG informa que Daiane já foi notificada, e que o caso foi submetido à comissão disciplinar da entidade. A ginasta tem até o dia 13 de novembro para pedir uma audiência e dar suas explicações.
Depois desta data, a comissão da FIG vai enviar suas conclusões para a comissão presidencial da entidade, que tomará uma decisão sobre a punição da brasileira. Se condenada, Daiane pode ser suspensa das competições por um período de até dois anos. A atleta terá 21 dias para recorrer ao Tribunal de Apelações da FIG.
O Pinheiros, clube de Daiane dos Santos, ainda não se pronunciou sobre o caso, mas fará uma reunião ainda nesta sexta-feira para decidir que medidas tomar. A atleta foi orientada pelo clube a não treinar.

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