quarta-feira, 26 de julho de 2017

Quando a má interpretação de texto mata o autor e engana o leitor


Passei dois dias lendo os comentários sobre o meu artigo, “Filas na Saúde ou caô de funcionário? ” e percebi a necessidade ENORME de enfatizarmos nos bancos escolares uma reciclagem urgente acerca da importância da interpretação de texto.

Muitos, realmente não foram poucos, deixaram de lado a educação e foram direto para agressão. Palavras rudes, depreciativas e desmoralizantes contra a minha pessoa mostraram que estamos muito longe de termos um debate franco quando o tema envolve INTERESSES PESSOAIS de muitos trabalhadores, que nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal) não representam a maioria que trabalha.

O Sistema público de Saúde, nas três esferas é formado por dois pilares: O primeiro engloba a estrutura física. Essa caótica onde tudo falta e faz com que os BONS funcionários tenham que ajudar a fazer a máquina andar.

Porém, o outro pilar é formado pelos funcionários públicos concursados e pelos cargos de confiança. Dentro dessa massa há bons e maus servidores e, devido à parte ruim (a ala da preguiça ou do caô) desse contingente, a maioria que TRABALHA é queimada pelos pacientes, quando estão nos hospitais públicos brasileiros tentando ser atendidos.

Caros leitores há sim, funcionários que não gostam DO serviço e DE SERVIÇO, estão ali, de forma protocolar, cumprindo horário, quando fazem isso, pois muitos nem isso respeitam. Vão para casa ou às vezes aguardam em casa, de forma desmoralizante um chamado para ir ao trabalho. Isso ocorre no país inteiro.

O que me espantou na reação furiosa de alguns, poucos, diga-se de passagem, é a dificuldade de INTERPRETAÇÃO DE TEXTO. Só isso explica a virulência descabida de pessoas que ao invés de pegarem carona na matéria e se intitulares os BONS, tomaram uma INFINITA HIGHWAY e tentaram mudar o foco do debate.

A pauta é realmente tensa, principalmente quando estamos dentro da verdade absoluta. Há muita gente que joga contra a administração pública brasileira, notadamente, a Saúde Pública.

Após o artigo, esses que NÃO gostam de servir pularam quando um vereador, QUE NÃO TEM UM CENTÍMETRO DE MEDO DE NÃO SER REELEITO, espremeu a ferida, olha que eu pensei que tivesse apertado, e trouxe para as redes sociais o debate.

Na verdade, para auxiliar os que possuem nítida dificuldade em INTERPRETAR TEXTO, queria deixar claro que qualquer texto com mais de doze linhas deve ser lido.

Da décima terceira linha em diante pode haver surpresas e soluções. No caso do meu artigo “Filas na Saúde ou caô de funcionário? ” quem não terminou, perdeu de ser incorporado no grupo dos BONS funcionários e os que leram até o final e ainda continuam se declarando AGREDIDOS, sugiro aulas urgentes de interpretação de texto, afinal só uma deficiência pela falta de leitura (outro problema nacional) pode explicar uma ebulição dessas só porque detesto quem NÃO TRABALHA.

2 comentários:

debora debo disse...

Puxa vida! Acho q vc foi infeliz na postagem de novo... Não estou aqui pra criticar. Mas entenda, que as pessoas pegam qualquer "gancho " pra interpretar da maneira que lhes convém. É sempre bom ponderar nas palavras.

Anônimo disse...

Prezado Cláudio Andrade,
Com todo respeito que V.Sa. merece, ficar escrevendo artigos não vai resolver o problema da saúde na nossa querida Campos dos Goytacazes. O atual prefeito Rafael Diniz, seu amigo e aliado político, prometeu acabar com as filas quando candidato. Prometeram agendamento eletrônico para marcação de consultas, se não estou enganado. As filas nos postos não param de crescer. Fui ao posto do turf, em frente à Record, na última sexta-feira, a fila estava quilométrica, tive de voltar para casa sem conseguir agendar nada. Piorou, e muito, em vez de melhorar. Cabe salientar que leio o vosso blog de longa data. Votei em V.Sa. e em Rafael pela mudança. O que observei antes das eleições e agora, são as pessoas, cidadãos eleitores falando mal do prefeito. Ora, este foi o principal motivo da derrocada dos Garotinho! Dizem, que o governo de Rafael será um governo de 4 anos apenas. Leia-se governo de seu grupo, obviamente! Fica a dica. Saudações cordiais.