terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Rosinha quer amarrar Rafael com débitos da PreviCampos



Hoje, na Câmara de vereadores poderá ocorrer mais um nefasto capítulo da queda de Campos dos Goytacazes.

Os bens públicos imóveis, os créditos e direitos creditórios de nossa Prefeitura poderão ser alienados para que um débito de aproximadamente quatrocentos milhões da Previ Campos possa ser sanado.

De acordo com a emenda modificativa 0101/2016, oriunda de mensagem, do Poder Executivo, todos os bens imóveis do município poderão ser utilizados para pagar os débitos que Rosinha possui junto a Previ Campos.

Caso a ex-governadora consiga, com apoio de seus vereadores, aprovarem a emenda modificativa, o município de Campos perderá parte considerável de seu patrimônio.

Dentre os imóveis ofertados pela prefeita, para serem objeto de ‘garantia’ ao débito estão o Cepop, o CESEC, o Teatro Trianon e o de Bolso, a Cidade da Criança, o Museu Histórico de Campos, o Palácio da Cultura dentre outros.

No Art. 2º do projeto da prefeita, a avaliação dos prédios do município usados para cobrir o débito no Previ campos não caberá a um profissional técnico do mercado imobiliário local, mas a um engenheiro devidamente indicado pela própria ex-governadora.

Já no Art. 4º, fica garantido que se os imóveis vendidos estiverem ocupados por órgãos desta municipalidade, ficará o ente federativo responsável pelo pagamento de locação ao Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Campos dos Goytacazes.

Analisando a emenda podemos identificar o caráter revanchista do texto. Pela emenda modificativa 001/2016 o atual Presidente da Câmara também quer os créditos e direitos creditórios municipais, inclusive alguns repasses, fiquem disponíveis para ser objeto de barganha.

A ação travestida de emenda não para por ai. O médico Edson Batista é signatário da emenda modificativa 002/2016. Caso a mesma também seja chancelada pela Casa do Povo, o prefeito eleito em primeiro turno, Rafael Diniz não poderá renegociar o pagamento do débito existente no Previ Campos o que empurra para Rafael um débito surreal.

Cláudio Andrade.

2 comentários:

Anônimo disse...

Aviso aos investidores interessados em arrematar os imóveis:
MUSEU OLAVO CARDOSO -o imóvel foi doado a municipalidade com a finalidade única de abrigar o museu. Se for dada outra finalidade ao prédio a família doadora poderá pegá-lo de volta. Basta alguém ler o testamento
TEATRO TRIANON – Até hoje não existe escritura que ateste a legitimidade de posse, de direito, por parte da prefeitura. Uma “pendenga” na justiça rola até hoje com relação aos interesses dos antigos proprietários do terreno onde o teatro foi edificado.Quem ousar adquirir os citados imóveis terão dor de cabeça no futuro.
CIDADE DA CRIANÇA – um investimento alto que pouco retorno traria aos investidores. Explorar comercialmente como entretenimento o resultado financeiro seria muito baixo, além de estar encravado num local de poucas opções de estacionamento.
MERCADO MUNICIPAL – os comerciantes que alí estão pagam taxas irrisórias como aluguel. Quem se atreviria de despejar os feirantes ?
CENTRO ADMINISTRATIVO (CESEC) – O investidor teria que demolir o prédio valendo-se apenas do terreno, localizado em ótima área.
CEPOP – Quem ousaria adquirir um elefante branco ? Lembram da história do dono de um circo que adquiriu um e… faliu?

Claidio Pessanha disse...

Aviso aos investidores interessados em arrematar os imóveis:
MUSEU OLAVO CARDOSO -o imóvel foi doado a municipalidade com a finalidade única de abrigar o museu. Se for dada outra finalidade ao prédio a família doadora poderá pegá-lo de volta. Basta alguém ler o testamento
TEATRO TRIANON – Até hoje não existe escritura que ateste a legitimidade de posse, de direito, por parte da prefeitura. Uma “pendenga” na justiça rola até hoje com relação aos interesses dos antigos proprietários do terreno onde o teatro foi edificado.Quem ousar adquirir os citados imóveis terão dor de cabeça no futuro.
CIDADE DA CRIANÇA – um investimento alto que pouco retorno traria aos investidores. Explorar comercialmente como entretenimento o resultado financeiro seria muito baixo, além de estar encravado num local de poucas opções de estacionamento.
MERCADO MUNICIPAL – os comerciantes que alí estão pagam taxas irrisórias como aluguel. Quem se atreviria de despejar os feirantes ?
CENTRO ADMINISTRATIVO (CESEC) – O investidor teria que demolir o prédio valendo-se apenas do terreno, localizado em ótima área.
CEPOP – Quem ousaria adquirir um elefante branco ? Lembram da história do dono de um circo que adquiriu um e… faliu?