"O Jornal O Diário infomou que após sair de uma reunião política no Centro de Campos, o vereador Antônio Marcos da Silva, 38 anos, o Papinha, morador em Travessão, sofreu um atentado na madrugada de ontem.
Ele estava em seu Honda Civic e foi perseguido na Avenida José Carlos Pereira Pinto, no Parque Calabouço, em Guarus, por ocupantes de um Corolla de cor escura, onde um homem mandou que o parlamentar encostasse o carro, quando passava por um redutor de velocidade.
Ele estava em seu Honda Civic e foi perseguido na Avenida José Carlos Pereira Pinto, no Parque Calabouço, em Guarus, por ocupantes de um Corolla de cor escura, onde um homem mandou que o parlamentar encostasse o carro, quando passava por um redutor de velocidade.
Desesperado, o parlamentar parou o veículo nas proximidades da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e correu em direção à Lagoa do Vigário, onde pediu ajuda a moradores. Os ocupantes do Corolla fugiram sem levar nada. “Não acredito que tenha ocorrido tentativa de assalto, caso contrário, teriam levado o meu carro, que ficou com a chave na ignição”, disse a vítima."
Fonte: O Diário
Comento no blog
Segundo fontes, a reunião mencionada no texto do Jornal O Diário foi realizada na casa da ex-governadora Rosinha Garotinho na Lapa. Tratava-se no encontro político, a eleição da mesa diretora da Câmara.
Três perguntas:
Se houve tempo para ouvir uma ordem do motorista do outro veículo, não há possibilidade da sua descrição?
No horário de 04hrs:30min da madrugada havia pessoas na rua para prestar socorro ao vereador ou mesmo, algum residente abriu as portas de casa para ajudar o edil?
Estando o vereador dentro do carro, não seria melhor acelerar e fugir do local, ao contrário de correr?
Só estou querendo entender.











