domingo, 26 de outubro de 2008
CAMPO LIMPO: CARRO CAI EM VALÃO.
TUMULTO NO BARTOLOMEU LISANDRO.
Atualização. Nesse momento foram efetuadas prisões em flagrante. Os fiscais do TRE se encontram no local.
ATROPELAMENTO COM VÍTIMA FATAL.
PRISÕES NA PENHA.
VOTARAM NO MEU LUGAR.
Quando fui na seção 052 da 11ª zona eleitoral do Rio de Janeiro na manhã deste domingo (26) fui alertado que eu já havia votado. Disse ao mesário que não tinha votado nem no primeiro turno e já constava a minha presença com uma assinatura visivelmente falsificada. E o comprovante já havia sido destacado.
Depois de questionar com o presidente da mesa fui liberado a votar sendo que o comprovante tenho que pegar no Tribunal Regional Eleitoral. O local de onde eu voto fica numa área de alto risco (Cidade Alta).
ALMOÇO BENEFICENTE SEM CUNHO ELEITORAL
O VOTO NULO DO BLOGUEIRO ANÔNIMO.
Melhor seria manter-se imparcial e garantir o anonimato de seu voto. Um direito seu, consagrado pela Constituição.
BACHAREL EM DIREITO AGORA NEGA O QUE DISSERA EM ENTREVISTA GRAVADA.
Bacharel em Direito agora nega o que dissera em entrevista gravada
Marcela Barcellos entra em contradição nas suas entrevistas
Dois dias após ter procurado O Diário, através dos seus advogados, na manhã de quinta-feira, para esclarecer, em entrevista gravada, matérias publicadas na Folha na Manhã, no início da semana, sobre constrangimento que teria sofrido (juntamente com dois filhos menores) de “uma pessoa que estava com bandeira do 15 e tentava colar um adesivo no carro dela”, a bacharela em Direito Marcela Barcellos nega, em nova matéria na Folha, inclusive desmentindo declarações do próprio advogado, Cláudio Andrade.
Segundo a editora geral de O Diário, Carla Flávia Barreto, Marcela parece estar querendo “brincar com a verdade ou pretendendo usar veículos de comunicação, não se sabe a que pretexto. Tudo está sendo encaminhado ao departamento jurídico do jornal para análises”. O que o jornal publicou está gravado e foi dito na presença do advogado do bacharel. Ontem, ele ligou para o jornal, pediu desculpas à editoria, confirmou as declarações da então cliente e encaminhou cópia de nota oficial, publicada no blog dele, no qual comunica, também, o rompimento de contrato com ela. “Como desejava (ou ainda deseja) expor a sua indignação enquanto mãe, concedeu entrevista ao Jornal O Diário para equilibrar a divulgação dos fatos e demonstrar não estar dando conotação política aos fatos. Insta salientar, que eu e a senhora Marcela resolvemos requerer a entrevista”, diz Cláudio Andrade, arrematando: “Diante disso, afirmo categoricamente que face à quebra de confiança de minha cliente para comigo e diante da imputação incorreta a mim, de expressões e frases da senhora Marcela, não respondo mais pela mesma”.
Íntegra da nota divulgada no blog do advogado
“ENTREVISTA CONCEDIDA À FOLHA DA MANHÃ PELA SENHORA MARCELA NÃO TEVE O MEU AVAL.

Cláudio Andrade não concorda com atitude de cliente e deixa claro
Li hoje no Jornal Folha da Manhã a nova entrevista que a senhora Marcela concedeu. Trata-se de uma entrevista realizada sem a minha presença e sem a minha autorização profissional.
A citação “Para Marcela, não existe dúvida sobre para quem atuava a pessoa que jogou um adesivo em seu carro, chutando-o em seguida, ao contrário do que afirmou seu advogado Cláudio Andrade ao Diário”, publicada hoje pela Folha da Manhã, são observações da própria Marcela, que ao me contratar, disse não identificar com precisão, ser o agressor um militante do 15.
Como desejava (ou ainda deseja) expor a sua indignação enquanto mãe concedeu entrevista ao Jornal O Diário para equilibrar a divulgação dos fatos e demonstrar não estar dando conotação política aos fatos. Insta salientar, que eu e a senhora Marcela resolvemos requerer a entrevista.
A entrevista de hoje, concedida pela senhora Marcela, sem a minha autorização profissional desfaz, entre nós, de forma unilateral (da minha parte), o vínculo profissional, logo não respondo mais pela senhora Marcela, no que tange ao caso em epígrafe.
Quero deixar claro que não disse nada ao Jornal O Diário como opinião subjetiva à versão dos fatos. Retransmiti o que a minha cliente desejava expor ao público, logo a conotação dada pela Folha da Manhã é errada ao creditar a mim, palavras da minha cliente.
No exercício da advocacia respondo pelo interesses dos meus clientes, sendo o porta-voz dos seus anseios e dizeres. Diante disso, afirmo categoricamente que face à quebra de confiança de minha cliente para comigo e diante da imputação incorreta a mim, de expressões e frases da senhora Marcela, não respondo mais pela mesma.
Por fim, quero deixar bem claro, que a exposição que faço em público não é de praxe no meio advocatício. Entretanto, ao conceder uma entrevista sem o seu advogado e permitir que ao mesmo (ao advogado), seja creditado frases de sua autoria, a senhora Marcela me concedeu, de forma implícita, o direito de responder da mesma forma. Em público.
Sem mais para o momento.”
Cláudio Andrade.
PESQUISA IBOPE QUASE A MESMA DO BLOG: ROSINHA 53% ARNALDO 37%.
As pesquisas eleitorais mostram que em relação ao candidato Arnaldo Vianna (PDT), da coligação Coração de Campos, a candidata Rosinha (PMDB), da coligação Muda Campos, continua na curva ascendente desde que seu nome foi lançado em junho para concorrer à sucessão do prefeito Alexandre Mocaiber.
Comparação - Do período das convenções até agora, Rosinha avançou de 15% para 53% na preferência do eleitorado, segundo as pesquisas. Na comparação da pesquisa realizada pelo Ibope nos dias 15 e 16 (semana passada) com a realizada agora, pelo Precisão (dias 21 e 22), Rosinha subiu mais 3%, saltando na diferença de 13% para 16% na frente de Arnaldo.
A pesquisa do Precisão ouviu 600 eleitores, que em vez de escolher o nome do candidato no disco, após responder o questionário, “votou” numa cédula e depositou numa urna. A pesquisa está registrada com o número 378/2008 no cartório da 100ª Zona Eleitoral e apresenta intervalo de confiança de 95% e margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
A metodologia aplicada pelo Precisão implicou em pesquisa quantitativa que consiste na realização de entrevistas, com a aplicação de questionários estruturados e padronizados junto a uma amostra representativa da população a ser pesquisada.
Quotas proporcionais às variáveis de sexo e idade
O plano amostral pesquisou entre moradores residentes e domiciliados no município de Campos, com amostra por quotas proporcionais às variáveis de sexo e idade, instrução dos 600 entrevistados. Na ponderação foi feita amostra por quotas proporcionais às variáveis de sexo e idade com base nas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)-2008 e localidade (distritos), com base no Censo 2000 IBGE. As variáveis de instrução já estão auto ponderadas. As perguntas cujas somas das percentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos, respostas opcionais ou de múltiplas respostas. Votos em branco somam 3%, nulos 4% e não sabem/não opinaram 3%.
Ibope: Rosinha com 52% e Arnaldo 36% dos votos

CONTRATADOS PODEM RETORNAR.
FONTE- FOLHA DA MANHÃ.
sábado, 25 de outubro de 2008
BEM DE FAMÍLIA ABRANGE IMÓVEL DE PESSOA SOLTEIRA.
O Superior Tribunal de Justiça editou a Súmula 364, do seguinte teor:
"O conceito de impenhorabilidade de bem de família abrange também o imóvel pertencente a pessoas solteiras, separadas e viúvas"
Geralmente se entende como entidade familiar o agrupamento formado por um casal, com ou sem filhos. Mas bem pode ocorrer que alguém, por mudança de seu estado civil ou por preferir a vida celibatária, resida sozinha em seu imóvel. Nem por isso perde a qualidade de uma pessoa humana integrada em comunidade familiar, conquanto seus parentes residem em outro local.
Trata-se de proteção à "família unipessoal", em resguardo ao seu sagrado direito de moradia. O preceito advém da Lei n. 8.009 de 1990, que torna impenhorável o imóvel residencial do casal ou unidade familiar, com relação a dívidas pessoais. São excepcionadas apenas algumas espécies de dívidas, como aqueles referentes ao próprio imóvel (iptu, taxas, condomínio), alimentos, fiança e trabalhadores da casa.
O projeto que deu origem à nova súmula foi relatado pela ministra Eliana Calmon e teve como precedentes os julgamentos nos Recursos Especiais (Resp) 139.012, 450.989, 57.606 e 159.851, consagrando a interpretação extensiva da entidade familiar.
FONTE- IBDFAM
PRESIDENTE DO TRE DIZ QUE VISITA A CAMPOS JÁ ESTAVA AGENDADA.
"Não se pode transformar a disputa em uma guerra. O que se espera é uma eleição limpa e transparente, onde o principal vencedor seja o eleitor", resumiu".
"Perguntado se a possível vitória do candidato Arnaldo Vianna (PDT) nas urnas traria confusão para a cidade, já que ele aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o indeferimento de sua candidatura, Motta Moraes desconversou. "Nossa parte (TRE) foi feita. Agora cabe ao TSE fazer o julgamento final do recurso".
A juiza eleitoral Marcia Succi, da 100° Zona Eleitoral de Campos, disse que é importante a presença do presidente do TRE na cidade, porque demonstra a importância de Campos no Estado. Segundo ela, a previsão para o resultado da disputa é àS 21h deste domingo. Campos tem 322,839 mil eleitores"
FONTE- PORTAL TERRA.
TIRE SUAS DÚVIDAS ELEITORAIS.
Como faço para justificar o voto?
O eleitor deve entregar o requerimento de justificativa em qualquer cartório eleitoral do país com apresentação de documento oficial de identificação com foto ou título eleitoral. Se o eleitor optar por levar apenas um documento com foto, deve saber o número de seu título de eleitor.
Até quando é possível justificar ausência na votação?
O eleitor que deixou de votar no dia 5 de outubro terá até o dia 4 de dezembro. Nos municípios em que houver segundo turno, o eleitor terá até o dia 26 de dezembro para justificar a ausência na votação do dia 26 de outubro.
Preciso levar o requerimento pronto?
Segundo a Justiça Eleitoral, deve-se deixar para assinar o requerimento na presença do mesário.
Sim. A votação, no entanto, não desobriga o eleitor de justificar a ausência no primeiro turno. A justificativa tem que ser feita em qualquer cartório eleitoral até o dia 4 de dezembro.
Se eu ainda não justifiquei o voto do primeiro turno, posso justificar quando for votar ?
Não, no dia da eleição apenas é permitido justificar a falta do próprio dia.
Sim, mas o eleitor ainda terá pendente a justificativa do primeiro turno. Ele terá até o dia 4 de dezembro para comparecer em qualquer cartório eleitoral.
Se já justifiquei no primeiro turno, preciso justificar também no segundo?
Sim, a justificativa deve ser feita a cada turno. Quem tiver três faltas seguidas sem justificativa, tem o título cancelado.
Se na cidade onde eu estiver não ocorrer segundo turno e na cidade onde voto ocorrer, preciso justificar?
Sim, é preciso justificar conforme o seu domicílio eleitoral. Nas cidades onde não ocorrer segundo turno, os cartórios eleitorais deverão estar abertos e haverá postos de justificativa. O eleitor pode ligar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado para se informar sobre os postos e cartórios eleitorais.
Quantas vezes é possível justificar a ausência na eleição?
Quantas vezes forem necessárias sem prejuízo ao eleitor.
É possível justificar na primeira eleição em que for votar?
Sim.
Título de eleitor
Quem tem a situação eleitoral considerada irregular?
O eleitor que não votou nas três últimas votações (cada turno é considerado uma votação), não justificou ausência e nem quitou multa devida após passado o período para justificativa.
O que acontece com quem está com a situação irregular na Justiça Eleitoral?
Não pode se inscrever em concurso ou prova para cargo público e nem ser empossado na função. Os empregados no serviço público não podem receber salário. Não é possível obter empréstimos em bancos mantidos pelo governo, tirar passaporte, carteira de identidade e nem renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.
Regras gerais
Que documentos devo levar para votar?
Para votar, é preciso apresentar título de eleitor ou documento com foto. Caso tenha perdido o título e não consiga tirar segunda via, o eleitor pode votar apenas apresentando um documento com foto, caso saiba qual é sua seção de votação.
A Justiça Eleitoral aceita os seguintes documentos com foto: carteira de identidade, identidade funcional, carteira de reservista, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação.
Para ninguém, nem no caso da eleição para prefeito nem para vereador. A definição é feita a partir dos votos válidos, ou seja, sem considerar nulos e brancos.
Como faço para consultar o local de votação?
O TSE disponibiliza em seu site uma página onde o eleitor pode consultar a zona eleitoral e seção de votação. Caso não lembre o local. Para fazer a consulta, é necessário informar o número do título eleitoral. Pelo nome, é preciso informar data de nascimento e nome da mãe.
O que é proibido no dia da votação?
Uso de alto-falantes e amplificadores de som; promoção de comício ou carreata; distribuição de propaganda eleitoral em qualquer local; e aglomeração de eleitores.
O eleitor pode ser preso no dia da eleição?
Ninguém pode ser preso cinco dias antes ou 48 horas depois do encerramento da eleição, salvo em flagrante ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável.
ROSINHA 62% ARNALDO 37%
RESULTADO
VOTOS - 1.081
ROSINHA - 679 VOTOS ( 62% )
ARNALDO - 402 VOTOS ( 37% )
Cláudio Andrade
ENTREVISTA CONCEDIDA À FOLHA DA MANHÃ PELA SENHORA MARCELA NÃO TEVE O MEU AVAL.
Mesmo assim, é um direito dela continuar a divulgar a sua versão dos fatos. Entretanto, da mesma forma que não autorizei profissionalmente a sua entrevista, também não narrei ao jornal O Diário nada em nome próprio, e sim em nome dela.
A citação "Para Marcela, não existe dúvida sobre para quem atuava a pessoa que jogou um adesivo em seu carro, chutando-o em seguida, ao contrário do que afirmou seu advogado Cláudio Andrade ao Diário", publicada hoje pela Folha da Manhã, são observações da própria Marcela, que ao me contratar, disse não identificar com precisão, ser o agressor um militante do 15.
Como desejava (ou ainda deseja) expor a sua indignação enquanto mãe, concedeu entrevista ao Jornal O Diário para equilibrar a divulgação dos fatos e demonstrar não estar dando conotação política aos fatos. Insta salientar, que eu e a senhora Marcela resolvemos requerer a entrevista.
A entrevista de hoje, concedida pela senhora Marcela, sem a minha autorização profissional desfaz, entre nós, de forma unilateral(da minha parte), o vínculo profissional, logo não respondo mais pela senhora Marcela, no que tange ao caso em epígrafe.
Quero deixar claro que não disse nada ao Jornal O Diário como opinião subjetiva à versão dos fatos. Retransmiti o que a minha cliente desejava expor ao público, logo a conotação dada pela Folha da Manhã é errada ao creditar a mim, palavras da minha cliente.
No exercício da advocacia respondo pelo interesses dos meus clientes, sendo o porta-voz dos seus anseios e dizeres. Diante disso, afirmo categoricamente que face à quebra de confiança de minha cliente para comigo e diante da imputação incorreta a mim, de expressões e frases da senhora Marcela, não respondo mais pela mesma.
Por fim, quero deixar bem claro, que a exposição que faço em público não é de praxe no meio advocatício. Entretanto, ao conceder uma entrevista sem o seu advogado e permitir que ao mesmo (ao advogado), seja creditado frases de sua autoria, a senhora Marcela me concedeu, de forma implícita, o direito de responder da mesma forma. Em público.
Sem mais para o momento.
Cláudio Andrade.
O DEBATE SEGUNDO O DIÁRIO.
Os candidatos Rosinha (PMDB) e Arnaldo Vianna (PDT) participaram ontem do segundo e último debate realizado no segundo turno das eleições para prefeito de Campos, com posicionamentos distintos.
Rosinha explorou a questão do registro indeferido de Arnaldo pela Justiça Eleitoral e se mostrou voltada a levar vantagem na apresentação de suas propostas. Arnaldo se mostrou, desde o início, disposto a apresentar predicados negativos da concorrente e do seu marido.
O debate foi divido em cinco blocos, e apenas no último não prevaleceu a troca de farpas. No primeiro bloco o sorteio feito pelo moderador César Tralli indicou Rosinha para iniciar a pergunta, com tema livre. A candidata disse que se entristece pela quantidade de crianças nas ruas e perguntou o que Arnaldo pensa e o que faria se fosse prefeito. Arnaldo lembrou que colocou crianças em novas escolas e desenvolveu programas importantes, como o que participava ex-atletas para a iniciação esportiva.
Na réplica, Rosinha lembrou que Arnaldo acabou com programas para a infância, criados na gestão de Garotinho, a exemplo da Guarda Mirim e alfinetou: “O senhor se arrepende de ter acabado com o programa?” Arnaldo respondeu que ampliou os programas e mencionou o programa Meninos do Amanhã. Na tréplica, Rosinha disse que foi criado na gestão de Garotinho, quando prefeito de Campos.
O lançamento de farpas ficaram mais contundentes: Arnaldo perguntou se Rosinha sabia quanto custa uma passagem de Campos para o Rio, para criticar sua gestão no item transportes. Rosinha respondeu que custa em torno de R$ 54. Ao replicar, Vianna destacou que entre Cachoeiro do Itapemirim e Rio custa R$ 56 e que no governo Rosinha o valor do preço por quilômetro era muito elevado. Rosinha devolveu: “Se for comparar quilômetro por quilômetro, quem mora no distrito de Santo Eduardo e trabalha em Campos, desde o seu governo paga muito mais caro pelo quilômetro, e é por isso que vou implantar a passagem a R$ 1,00”.
Sobre corrupção, em pergunta de Arnaldo, Rosinha disse que os culpados serão punidos. “Mas o candidato não deve estar a vontade para falar sobre isso. No seu governo, Alex, o procurador que o senhor trouxe de Minas para Campos, está preso em Bangu. O senhor mentiu nos outros debates dizendo que não é testemunha de defesa dele”.
Sobre o metrô de superfície, Rosinha perguntou se ele sabe quanto custa. Arnaldo respondeu: “Não vai custar nada, será terceirizado”. Ela rebateu: “Ele não sabe quanto custa”. Já pedi levantamento técnico do projeto e custa R$ 34 milhões por quilômetro. Pela distância que ele diz que vai percorrer a cidade, o custo será de R$ 1 bilhão. Se transportar 30 mil passageiros/dia o investidor levará 200 anos para ter lucro. Eu gostaria de saber qual empresário que vai fazer este investimento”.
FONTE- O DIÁRIO.
150 MIL ACESSOS MESMO COM MODERAÇÃO. SÓ TENHO A A GRADECER.
Obrigado pelo respeito e consideração.
Cláudio Andrade.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
PEÇO DESCULPAS!!!
Alguns internautas têm enviado e-mails agressivos a minha pessoa pelo fato de eu publicar matérias da Folha da Manhã. Não existe a mais remota possibilidade de eu não publicar. Trata-se um jornal de grande circulação. Igual ao Diário e ao Monitor Campista(não publico pois o acesso é só para assinantes).
Os textos dos periódicos não são meus. O que eu escrevo eu assino.
Obrigado!!!!
Cláudio Andrade.
NADA DE GRAVE COM A PREFEITA CARLA MACHADO.
ALGUÉM VIU ROMÁRIO?
OBS: Alguém viu Romário ou possuem alguma foto que comprove a presença?
Cláudio Andrade.
COLUNA PONTO FINAL COLOCA GAROTINHO COMO O VILÃO DA LAVOURA CAMPISTA.
Procana
FONTE- FOLHA DA MANHÃ.
A IMPUGNAÇÃO DE ARNALDO SEGUNDO A FOLHA DA MANHÃ.
PONDO FIM NA POLÊMICA.

“Nunca revelei meu voto e não disse que minha família deixou de ser 15. É tudo mentira. Essa história foi longe demais”, lamenta a bacharel em Direito, Marcela Barcellos de Almeida Lopes, que virou notícia esta semana, na Folha da Manhã, segundo à qual, teria sido desacatada por uma pessoa que fazia campanha para o 15, em Campos.
Marcela confirma que estava com seus filhos no carro, na quarta-feira, e levou um susto ao ser abordada de forma agressiva por uma pessoa a quem não atendeu ao pedido para colocar um adesivo do 15 em seu veículo. Diz, inclusive, que prestou queixa na 134ª Delegacia Legal (DL/Campos), mas nega que tivesse visto o possível militante com a camisa do 15. “Ele vestia blusa azul”, resume.
Defesa dos filhos - Segundo Marcela, sua intenção foi defender os filhos e fazer um apelo para que o pleito eleitoral em Campos seja pacífico e que as pessoas realmente pratiquem a democracia. “Não emiti meu voto nem o de minha família. Não quero brigar por partidos. Esta situação foi exposta mais do que deveria ter sido e até agora não consegui passar a mensagem que queria”, desabafa.
Marcela, 29 anos, mãe de duas crianças de 3 e 4 anos respectivamente, tem aparecido em jornais e blogs desde que foi envolvida numa situação inusitada nesta campanha. A mensagem que gostaria de passar e até agora não havia sido captada é, na verdade, um apelo. “Minha primeira intenção ao ir à delegacia foi defender os meus filhos que ficaram traumatizados com tudo o que aconteceu”.
Permitiu entrevista - “Eles não entenderam nada. Permiti ser entrevistada pelo jornal Folha da Manhã, porque queria fazer um apelo, para que o pleito eleitoral em Campos não seja agressivo como está sendo”. Marcela lembra que estamos numa democracia e deveríamos ter direito de escolha. “Este direito não tem sido respeitado”. A bacharel ressalta que o primeiro erro surgiu no próprio documento emitido pelos policiais.
O boletim de ocorrência de número 07737 da 134ª Delegacia Legal, da Polícia Civil, afirma que o agressor vestia camisa do 15. “Minha cliente nunca disse isto. Foi um erro de interpretação do escrivão. Ela afirmou que a bandeira era rosa e tinha adesivos do 15, assim como o adesivo que foi jogado em seu carro. Mas a pessoa não vestia uma roupa que pudesse identificá-lo como um militante. Ela se recorda de uma camisa azul”, explica o advogado de Marcela, Cláudio Andrade.”
Ameaça processar a quem publicar fotos dos filhos
Marcela afirma ainda que já falaram que ela teria sido comprada pelo “12” porque seu namorado era candidato a vereador pela coligação “Coração de Campos”. “Não preciso dizer com quem eu estou e faço questão de afirmar que ninguém me comprou. Quero apenas fazer um apelo aos políticos: preparem as pessoas que trabalham para vocês. O mastro das bandeiras pode ser uma arma”, conclui.
FONTE- O DIÁRIO.
6 X 0 E INDEFERIMENTO MANTIDO.
Em cumprimento ao que determinou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ayres de Britto, no dia 9 de outubro, o TRE-RJ analisou novamente ontem os autos suplementares do processo de recurso especial 32.365/08, e por seis votos a zero, em novo acórdão, manteve a cassação do registro de candidatura do candidato da coligação Coração de Campos, Arnaldo Vianna (PDT), com as indicações dos vícios insanáveis em suas contas quando prefeito de Campos.
O processo trata do recurso impetrado no TSE em agosto pelo candidato, na tentativa de modificar o acórdão do TRE, que já havia decidido duas vezes manter por unanimidade o indeferimento do seu registro de candidatura, por causa das irregularidades verificadas em suas contas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Tribunal de Contas da União (TCU), que mantêm o registro de Arnaldo cassado, mas participando do pleito.
Contudo, a situação de Arnaldo Vianna continua sub judice até que o TSE, numa nova sessão, defina por manter a cassação do registro ou deferir o recurso apresentado pelo candidato junto a Corte Suprema da Justiça Eleitoral.
FONTE- O DIÁRIO.
RENÚNCIA FEITA E PÁGINA VIRADA.
Aprendi com alguns amigos jornalistas (não sou um deles) que não devemos usar o espaço da mídia para relatar questões pessoais. Entretanto, o assunto que abordarei hoje não é, em tese, uma questão pessoal. É institucional!
Trata-se de minha renúncia ao Cargo de Presidente da OAB/Jovem de Campos dos Goytacazes. Tive o desejo de publicar, pois a Comissão responde também pelos Municípios de São João da Barra, Cardoso Moreira, Italva e São Francisco do Itabapoana.
Durante os dois anos em que ocupei o cargo busquei adotar uma linha de trabalho que não se resumisse apenas a eventos sociais. Tanto é verdade, que apesar da ausência de recursos para a pasta, realizamos inúmeros eventos em todas as Universidades de Campos, atendimento aos jovens advogados, oxigenação do Escritório Compartilhado, bem como, um grande evento festivo realizado no dia vinte e dois do ano passado, onde aproximadamente setecentas pessoas estiveram presentes.
Entretanto, quando estamos em grupo, partimos do princípio que somos um grupo, certo? Nem sempre. Quando as divergências de pensamento assumem ares individuais além do razoável, o melhor é o fracionamento.
Nada contra a pessoa do Presidente que, diga-se de passagem, é um homem íntegro e comprovadamente honesto. Mesmo assim, não tenho a obrigação de ser seguidor de uma cartilha única. Tenho meus pensamento e minhas metas, e delas não “abro mão”.
Também não acho interessante expor meus motivos particulares que redundaram com a renúncia. Trata-se de uma questão ética, que supera os limites da divergência de idéias. Aos dirigentes e funcionários, o meu muito obrigado. Ao senhor Presidente os meus sinceros votos de respeito e admiração. Lembrando sempre que a paciência é amarga, contudo, o fruto é doce.
Cláudio Andrade.
(artigo de minha autoria publicado no Jornal O Diário).
SERIA NATURAL OS JORNAIS DE CAMPOS DECLARAREM QUEM APÓIAM?
Claro que em nossa cidade a dinâmica eleitoral e a realidade são bem diferentes. Os candidatos e a preparação também. Entretanto, peguei essa matéria como pano de fundo para a seguinte pergunta: Os jornais de Campos deveriam assumir as suas opções políticas, caso os mesmo as tenham?
Com a palavra os internautas.
Cláudio Andrade.


